A necessidade de mudança na forma de ensino e seus impactos durante o ano de 2020/2021

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Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.

Leon C. Megginson

 

Diante da excepcionalidade vivida pelo mundo todo por conta da pandemia da Sars-Cov-2/COVID-19, praticamente todos as empresas, incluindo as do setor de educação, precisaram se reinventar, de forma que fosse possível dar continuidade em planejamentos acadêmicos minimizando os prejuízos que as medidas sanitárias e a necessidade de distanciamento social impuseram a toda população.

 

Mas não foram só as empresas que se viram em meio à mudança, professores, alunos, profissionais, todos, em algum grau, precisaram se adequar. 

 

Neste contexto, o Nepuga não poderia agir diferente. A diretora Dra. Ana Carolina Puga explica que desde o início, quando o Ministério da Educação autorizou em caráter excepcional a substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais, a instituição mobilizou todos os esforços para oferecer essa experiência aos alunos. 

 

Em uma semana, os alunos da graduação já estavam com a estrutura base dos encontros virtuais funcionando”, explica. 

 

E não foi fácil, nem para alunos, nem para os professores essa mudança na forma de ensinar e aprender. 

 

“Eu senti que houve uma resistência inicial dos alunos, que acostumados com o formato presencial de estudos sentiram dificuldade em migrar para o estudo online, além de uma crença de que o ensino Online era mais fraco. No entanto, com o passar dos meses eles puderam perceber que a qualidade do ensino se manteve”, explica a Dra. Ana Carolina. 

 

E como toda mudança que traz ônus e bônus, a diretora ressalta que o formato Online possibilitou que muitos alunos que não fariam a pós-graduação presencial, pudessem se especializar. “A modalidade de ensino remoto durante essa pandemia provou aos alunos de uma forma geral em todo o país, que para estudar Online é preciso dedicação, foco e mudou hábitos do meio acadêmico que perdurarão por muito tempo”, frisa a Dra. Ana Carolina. 

Os professores também tiveram que se adaptar

O professor Gilberto Pergher Junior explica um pouco sobre a mudança que o corpo docente enfrentou ao longo desse período. 

 

“Para nós, que estávamos acostumados com a sala de aula presencial em contato com o aluno, foi uma mudança a qual também tivemos que nos adequar. Tive que encontrar formas de sozinho, em frente a um computador, manter os alunos interagindo, interessados, aprendendo. Com o passar do tempo, as aulas síncronas no Zoom foram ficando cada vez melhores. Mas no início causou uma estranheza dar aula sem ver as pessoas. Hoje já superamos esse momento, temos alunos comprometidos com as aulas remotas e aproveitando seu tempo de estudo como fariam em uma sala presencial”, argumenta. 

 

O professor Wilson Rogers Duarte Moreira também reforça esse momento de ansiedade que todos viveram com as mudanças nas Instituições de Ensino. 

 

“Precisamos buscar esse aprendizado de ministrar aulas Online, pois o feedback do aluno durante uma aula presencial é fundamental para nós, que estamos lecionando. Não ter esse feedback de bate pronto no virtual foi um desafio. Mas em contrapartida, todo o material que gravamos pôde ficar muito mais rico, pois tivemos a possibilidade de trabalhar nosso conteúdo, gravando de novo, editando, aprimorando e deixando no melhor formato para o aluno”, explica.

 

Entre as medidas tomadas pelo Nepuga os professores destacam a sala de aula remota ao vivo pelo Zoom, os conteúdos gravados em vídeo-aulas para os alunos, mudança do sistema Online, novo formato de agendamento de aulas práticas, seguindo as determinações municipais e estaduais, de acordo com o plano de flexibilização das regras sanitárias pelo país. 

 

As mudanças na Sociedade e no entorno da FAPUGA

 

Membro da Socidade de comissão própria de avaliação da FAPUGA, o Bispo Diocesano de São Paulo e Secretário Regional Sudeste, Dom Wagner Perez Rodrigues também comentou sobre o momento enfrentado pela comunidade em geral, principalmente os moradores da região da Mooca e Tatuapé, local em que fica localizada a faculdade.

 

“Foi um tempo de adaptação. Um tempo difícil para todos nós, membros da igreja. Depois, quando voltamos a realizar as missas, uma série de mudanças precisavam ser feitas para a segurança dos fiéis. Hoje estamos voltando à nova normalidade com a fé redobrada, redobrada por termos sido poupados pelo vírus, ou redobrada por termos sobrevivido a ele. Muitos fiéis pereceram ao longo desse tempo e temos um trabalho espiritual e de apoio à comunidade ainda maior”, explica Dom Wagner.

 

Quem fez acontecer não se arrepende

 

A Dra. Juliana Pedrosa, biomédica esteta, terminou sua especialização em meio à pandemia. Uma das primeiras alunas a pegar o novo formato da pós-graduação, nesta modalidade híbrida, ela atende hoje em seu consultório montado dois meses após ter terminado sua especialização. 

 

“Cursei o modelo híbrido, com as aulas online e depois a prática feita em dez dias de imersão clínica. Foi muito proveitoso para mim, sempre sai segura das aulas e hoje estou atendendo em minha clínica”, conta.

 

Assim como a Dra. Juliana, diversos profissionais, principalmente os que atuam na linha de frente durante esse período de pandemia sofreram os impactos do desgaste físico, emocional e financeiro que todo esse contexto de saúde pública gerou. 

 

Alguns perderam as vidas, muitos o emprego, outros se viram esgotados em jornadas de trabalho exaustivas. E, de alguma forma, começaram a buscar soluções para promover sua mudança de rota, de caminho profissional. 

 

Para estes, que ousaram arriscar, que não têm medo de tentar, de mudar, o Nepuga estará sempre pronto para acolhê-los e projetá-los na trajetória do sucesso.

 

nepuga

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