Mudar de cenário profissional nunca é simples. Para a Dra. Gabriela Manea, essa transição foi intensa, rápida e, ao mesmo tempo, decisiva. Depois de atuar em área completamente diferente, ela encontrou na Biomedicina Estética um novo eixo de sentido para a própria carreira — e hoje não tem dúvidas: foi a melhor escolha que poderia ter feito.
Antes de iniciar a pós-graduação, a Dra. Gabriela não tinha experiência prática na Biomedicina Estética. A mudança foi brusca, como ela mesma define. Ainda assim, o contato com a área revelou algo que passou a nortear sua atuação: trabalhar diretamente com autoestima, transformação e bem-estar.
Ver clientes chegarem inseguras e saírem felizes, com sorriso no rosto, passou a ser combustível diário. E isso, para ela, não tem preço.
Referência prévia e decisão consciente
O contato com o Nepuga não surgiu por acaso. Ainda durante a graduação, Dra. Gabriela já conhecia o trabalho da instituição. Natural do interior de São Paulo, acompanhou de perto a presença do Nepuga em sua região e manteve a marca no radar.
Após concluir a graduação, seguiu inicialmente para outra área, enquanto amigas optaram pela Biomedicina Estética e ingressaram na pós-graduação. O movimento delas serviu como termômetro real: ela perguntou, avaliou, ouviu relatos e buscou referências.
O feedback foi decisivo. Escolher algum lugar já validado por quem vivenciou a experiência trouxe segurança para dar o próximo passo. Não foi salto no escuro. Foi estratégia.
A realidade do mercado e o aprendizado fora do discurso idealizado
Ao contrário da expectativa comum, Dra. Gabriela logo percebeu que o mercado da Biomedicina Estética não seguia roteiro pronto. Sair da pós-graduação não significa, automaticamente, abrir clínica própria e entender isso cedo fez toda a diferença.
Hoje, ela atua em salas de coworking e clínicas que disponibilizam estrutura para atendimentos. É um modelo flexível, realista e alinhado ao momento profissional atual. Ainda não é o cenário final, mas é parte do processo.
Essa vivência trouxe aprendizados valiosos: captação de clientes, construção de reputação, relacionamento com outros profissionais e entendimento prático do mercado.
“Não é entrar na Biomedicina Estética e, do dia para a noite, ter agenda cheia”, reforça. É construção. É consistência.
Identidade profissional e afinidade com a área corporal
Embora também atue com harmonização facial, a Dra. Gabriela encontrou maior identificação com a Biomedicina Estética Corporal. É ali que se sente mais realizada, mais confiante e mais conectada com sua prática clínica.
Descobrir essa preferência ao longo da atuação reforçou algo essencial: a pós-graduação não apenas ensina técnicas, mas ajuda o profissional a se encontrar dentro da própria área.
Hoje, cada atendimento fortalece não só a técnica, mas também a clareza de onde quer chegar.
Persistência como ativo de carreira
Se há uma mensagem que a Dra. Gabriela faz questão de deixar, é clara e direta: não desistir. O mercado exige paciência, presença e relacionamento. Estar engajado, conhecer pessoas, trocar experiências e se manter ativo faz parte do crescimento.
Os sonhos continuam — inclusive o de abrir clínica própria no futuro. Mas agora, eles vêm acompanhados de maturidade, pé no chão e visão estratégica.
A trajetória da Dra. Gabriela mostra que a Biomedicina Estética não é sobre atalhos. É sobre processo. E quem entende isso, cresce com solidez.


