Biomédica Esteta diz que foi amor à primeira vista pela profissão

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“Sempre gostei da área da estética, sou muito vaidosa também, então decidi entrar na estética, e foi amor à primeira vista”.

 

A Dra. Daiane Caro é Biomédica Esteta na cidade de Toledo no Paraná. Ela relata que após algumas experiências trabalhando na biomedicina, se apaixonou pela saúde estética, e desde então nunca mais parou de estudar sobre o assunto.

 

Graduada pela Universidade Paranaense (UNIPAR), a Dra. conta como foi  a sua trajetória até chegar no momento profissional em que se encontra hoje, “Logo depois que eu me formei comecei a trabalhar em uma indústria farmacêutica aqui em Toledo, eu já tinha feito estágio lá, e comecei a trabalhar no controle de qualidade, depois eu passei no concurso do banco de sangue e fiquei 4 anos lá”.

 

Em 2015, a biomédica iniciou a sua especialização, ela explica que mesmo durante o período trabalhando no banco de sangue, conseguiu realizar a pós-graduação em Biomedicina Estética e rapidamente se inseriu no mercado,“Então eu terminei a pós, esperei vir a habilitação e comecei a ir atrás de uma vaga na área da estética, e fiquei um ano trabalhando em um consultório odontológico, até que decidi abrir a minha própria clínica”.

 

A inspiração na Biomedicina Estética

 

O ímpeto de empreender surgiu quando a Dra. Daiane viu um vídeo da Dra. Ana Carolina Puga e se encantou, “Eu me inspirei na Dra., na questão de ser uma mulher empoderada e ter seu próprio negócio, e eu fiquei encantada. Sempre gostei da área da estética, sou muito vaidosa também, então decidi entrar na estética, e foi amor à primeira vista”.

 

Hoje como proprietária da Clínica Biomedicina Estética Daiane Caro há 3 anos, a empreendedora aponta os benefícios de ter aberto a sua própria clínica, “É independência financeira, eu falo que nesses anos aprendi muito, é diferente de trabalhar pros outros, quanto mais você trabalha mais você lucra, é mais responsabilidade, mas vale a pena”.

 

Apesar dos pontos positivos, a Ma. Dra. Ana Carolina Puga alerta sobre a importância de ser um profissional que preza pela excelência em seus atendimentos, “As pessoas acham que estética é uma coisa simples e tranquila, mas a gente tem muito comprometimento com o paciente e responsabilidade de fazer dar certo. Porque o paciente nos procura para ficar melhor e nós temos que, no mínimo, satisfazer essa expectativa dele, então é algo que exige bastante seriedade”, conta ela.

 

Seguindo esse raciocínio a Dra. Daiane conta que mesmo com os atendimentos e a administração de seu espaço, ela ainda continua estudando, “Eu venho para a clínica e continuo estudando, porque eu acredito que mesmo depois da pós-graduação a gente precisa fazer os cursos livres para se aprofundar. “A pós-graduação te mostra vários leques pra você poder escolher aquilo que você mais gosta”, ressalta a profissional.


O ponto de virada para a Biomédica Esteta

 

A transformação vivenciada durante 12 meses na pós-graduação acabou sendo, algo positivo para o crescimento profissional e pessoal de profissionais como a Dra. Daiane, “Eu não me identifiquei muito com os aparelhos, gostei mais dos injetáveis, mas acho que aproveitei todos os módulos, sou do tipo que gosta de fazer tudo, o importante é se dedicar e estudar, eu sempre falo que a pós graduação é só o começo”.

 

Já no mercado da estética há 5 anos, a especialista relata que existem espaços em que a Biomedicina Estética ainda precisa avançar. O requerimento de exames é algo que a especialista destaca que sente falta para personalizar os seus atendimentos.

 

“Quando eu vou tratar um paciente para emagrecimento eu preciso saber como está a tireoide, o fator hormonal, precisamos entender como está o paciente, e nós como biomédicos e farmacêuticos não conseguimos solicitar estes exames, então eu acho que isso dificulta um pouco no tratamento”, pontua a Dra. como algo a ser conquistado na biomedicina estética.

 

Contudo, a profissional que considera a estética um dos amores da sua vida salienta que tudo que é feito com amor tende a dar certo, “Independente da área, mas na nossa área principalmente é necessário tratar o paciente como se ele fosse da sua família, com muito amor. Antes de ser um profissional você tem que ser um ótimo ser humano, fazendo isso a chance de dar certo é muito grande”, aconselha a Dra. Daiane Caro.

nepuga

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