Dra. Istéfani Lemes Polizelle: Farmácia Estética

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Para o seu projeto final da Pós-graduação em Farmácia Estética, a Dra. Istéfani Lemes Polizelle pesquisou sobre a Fisiopatologia do melasma, apontando as melhores técnicas para a prevenção, diagnóstico e o tratamento dessa condição que afeta a autoestima de muitas mulheres.

O trabalho final de Istéfani Lemes Polizelle, graduada em Farmácia bioquímica pela FEF – Fundação Educacional de Fernandópolis e Pós-Graduada em Farmácia Estética pelo Nepuga/FAPUGA unidade de São José dos Campos, aborda um tema extremamente relevante: Fisiopatologia do melasma: tratamentos, prevenções, diagnóstico e fatores externos.

“Dedico ao meu filho Vitor que é a minha luz e minha inspiração, ao meu marido Eider que me incentiva a sempre buscar novos caminhos; aos meus pais, irmão, cunhada e sobrinhas que são minha fortaleza. Agradeço a todos que fizeram parte da minha formação”.

A condição que geralmente afeta o público feminino, ganha um olhar técnico aos cuidados da Dra. “O melasma, enquanto distúrbio pigmentar, afeta um número significativo de  pessoas; estas disfunções interferem na autoestima dos pacientes, causando desde  estresse, ansiedade, distúrbios psicológicos, até mesmo estranhamento da autoimagem  dos pacientes e depressão”.

A aluna que se formou em 2019, afirma que sua principal motivação em pesquisar o tema, justifica-se pelo fato de que dentro da área da saúde estética e farmacêutica ainda existem poucos trabalhos que buscam, em maior ou menor grau,  estudar e propor ideias sobre as relações entre os fatores que envolvem o melasma. “Este trabalho pauta-se na busca por novos caminhos para o  combate ao melasma, como, por exemplo, a solução para os tratamentos pigmentares  definitivos e a insistente conscientização da proteção solar e ultravioleta”. 

Istéfani faz questão de enfatizar que os efeitos destas patologias (como já são  consideradas por alguns estudiosos) não são apenas superficiais: “A pele reveste todo nosso organismo e nos protege de ações externas, este  revestimento molda nosso corpo e evidencia nossa fisionomia, desta forma, a pele,  quando lecionada, além de permitir a entrada de agentes que prejudicam nosso sistema,  também fere nossa autoestima, pois a ideia de lesão ou mancha na pele está diretamente  associada à sujeira, ao pitoresco e ao contagioso, que por consequência destes pré conceitos, fazem com que os pacientes se sintam afastados, gerando desconfortos  emocionais e até mesmo distúrbios psicológicos”.

O Trabalho de Conclusão de Curso que utilizou o método de revisão bibliográfica de pesquisa, abre caminho para mais investigações nesta área e a aluna conclui com uma reflexão para profissionais da saúde: “A partir dos estudos apresentados neste trabalho, percebe-se a importância de  pesquisas nesta área, explorando as repercussões dos problemas dermatológicos e os  efeitos emocionais em pacientes acometidos por dermatoses; cabendo, portanto, aos  profissionais da área, reforçar a necessidade de um olhar multifatorial sobre o  adoecimento dermatológico e psicológico dos pacientes” .

Confira o Trabalho de Conclusão de Curso da Dra. Istéfani Lemes Polizelle na íntegra!

: Polizelle, I. L. Fisiopatologia do melasma: tratamentos, prevenções, diagnóstico e fatores externos. Nepuga/FAPUGA. São José do Rio Preto, SP. 2019.

Leia também o case da Dra. Simone Maria da Silva, falando sobre “BENEFÍCIOS DO MICROAGULHAMENTO ASSOCIADO AO PLASMA RICO EM PLAQUETAS PARA O REJUVENESCIMENTO DA PELE”.

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