A Enfermagem Estética surge, para muitos profissionais, como uma resposta concreta a anos de dedicação intensa à assistência hospitalar. Depois de longas jornadas, alta carga emocional e pouco controle sobre a própria rotina, chega um momento decisivo: continuar no mesmo ritmo ou construir uma nova forma de exercer o cuidado.
Foi exatamente nesse ponto que a Dra. Simone Leite se encontrou. Com mais de 20 anos de atuação em UTI, urgência e emergência, ela acumulou experiência, técnica e resiliência — mas também sentiu o peso físico e mental de uma carreira marcada por extremos.
“São 20 anos cuidando de pacientes complexos. Isso gera uma sobrecarga física e mental. Com o tempo, a gente sente o peso.”
A decisão de migrar para a Enfermagem Estética não foi impulsiva. Foi estratégica, consciente e alinhada ao desejo de viver a profissão com mais autonomia, equilíbrio e propósito.
Enfermagem Estética como caminho de transição profissional
Ao contrário do que muitos imaginam, a transição para a Enfermagem Estética não representa abandono da identidade profissional — mas uma evolução dela. A base clínica, o olhar atento e a responsabilidade já fazem parte da formação da enfermeira. O que muda é o cenário de atuação e a forma de cuidar.
Para a Dra. Simone, a estética apareceu como possibilidade real de reorganizar a vida profissional, sem abrir mão da ética e da excelência técnica.
A pós-graduação foi o primeiro passo concreto nessa direção.
Logística, estratégia e escolha consciente
Morando em Londres, ela sabia que precisaria de uma formação que respeitasse sua realidade. Muitos cursos exigiam presença constante no Brasil, o que tornava a especialização inviável.
“A maioria das faculdades exige que o aluno esteja todo fim de semana para a prática. E, morando fora, isso era impossível para mim.”
O formato da pós em Enfermagem Estética do Nepuga permitiu que ela realizasse toda a base teórica a distância, com aulas online estruturadas, e viesse ao Brasil exclusivamente para a vivência prática.
“Tive aulas pelo Zoom, que foram essenciais. Cheguei na prática já pronta para colocar a mão na massa.”
Essa preparação prévia foi determinante para transformar insegurança em confiança.
O primeiro contato com os injetáveis na Enfermagem Estética
Mesmo com anos de experiência hospitalar e total familiaridade com seringas e agulhas, o primeiro contato com procedimentos estéticos injetáveis trouxe novas emoções. A diferença estava no local, no objetivo e na responsabilidade estética envolvida.
“Foi a primeira vez que injetei algo em um rosto. A gente fica apreensiva, mas a rede de apoio aqui é incrível.”
A vivência clínica supervisionada, somada ao acompanhamento próximo da professora e à troca com colegas, criou um ambiente seguro para aprender, errar, ajustar e evoluir.
“A Dra. Juliana pegou na minha mão, me ajudou o tempo todo. E as alunas também foram maravilhosas.”
Esse acolhimento é parte essencial da formação em Enfermagem Estética quando o objetivo é formar profissionais seguras e conscientes.
Da rotina exaustiva à autonomia profissional
A Enfermagem Estética representa, para a Dra. Simone, mais do que uma nova área — representa uma nova forma de viver a profissão. Com maior autonomia, possibilidade de organizar horários e perspectiva de crescimento financeiro sustentável.
“A gente pode ter uma rentabilidade melhor e atuar de forma autônoma. Eu que vou poder fazer meus próprios horários.”
Depois de anos de plantões, escalas imprevisíveis e desgaste físico, a estética surge como alternativa viável para equilibrar vida pessoal e carreira.
Ela sabe que o processo exige dedicação contínua.
“Não acontece da noite para o dia. É preciso foco, cursos, preparação. Mas é um caminho possível.”
Enfermagem Estética como construção de futuro
A história da Dra. Simone reflete a realidade de muitas enfermeiras que buscam reposicionar a carreira com consciência. A experiência hospitalar não se perde — ela se transforma em diferencial competitivo.
Na Enfermagem Estética, esse repertório clínico se traduz em:
-
Maior segurança na tomada de decisão
-
Olhar atento para o paciente como um todo
-
Postura ética e responsável
-
Autoridade profissional no atendimento
A estética, nesse contexto, deixa de ser apenas técnica e passa a ser projeto de vida.
Nepuga: formação que respeita histórias e constrói protagonismo
A pós-graduação em Enfermagem Estética no Nepuga não forma apenas executores de procedimentos. Forma profissionais capazes de decidir, planejar e conduzir sua própria trajetória com segurança.
A jornada da Dra. Simone mostra que recomeçar é possível — desde que exista método, suporte e visão estratégica.
Porque cuidar também é saber cuidar de si.
E o sucesso começa quando a decisão é consciente.
O Sucesso Está Em Suas Mãos.


